Slide 9, três modelos

O slide 8 já explica o piloto. Estes três tratam só do depois: como o preço se ancora e como o cliente julga o resultado. Nenhum traz valor em R$, por regra de página de cliente. Renderizados com o CSS do próprio deck, em 16:9.

Modelo A · a sua conta

O preço não é meu. É a sua conta.

Depois do piloto
Se quem faz é a sua equipe as horas que a rotina consome, vezes o custo da hora que está na sua folha.
ou
Se quem faz é você o que deixa de acontecer porque você está fazendo isso: cliente que não voltou, prazo que passou, decisão que ficou para depois.
$Z = uma fração da maior das duas. O piloto mede qual se aplica a você, e você conhece o número antes de assinar qualquer continuidade.

O que faz: tira a discussão de preço da nossa mão e põe na conta dele. Risco: é o mais parecido com o que ele já viu em outro lugar.

Modelo B · as quatro perguntas

Quatro perguntas para julgar qualquer IA. Inclusive a nossa.

  1. 1
    Ela completou um trabalho que importa?
  2. 2
    Quanto custou de verdade, contando a revisão e o retrabalho?
  3. 3
    Ficou bom o suficiente para esse trabalho?
  4. 4
    A empresa ficou mais rápida, ou decidiu melhor?
O piloto termina com essas quatro respondidas com número, não com impressão. E o preço sai de uma fração do que a resposta 2 mostrar.

O que faz: você entrega a régua antes de ser medido, e a pergunta 2 é a que todo fornecedor esconde. Quem não sabe quanto custou de revisão se elimina sozinho. Risco: só funciona se as quatro linhas ficarem curtas.

Modelo C · o que você compra

Você não compra hora, nem licença. Compra rotina concluída.

Depois do piloto
A rotina fica de pé mesmo quando a pessoa falta, sai ou muda de função.
O preço segue a rotina não o número de gente que mexe nela, nem quantas horas ela leva.
Parou de valer a pena? você avisa e para de pagar. Sem fidelidade e sem multa.
Por isso a conta é a sua: o que a rotina te devolve é o que ela vale, e o piloto existe para medir isso antes de você decidir.

O que faz: ataca a comparação com salário e com licença de software, que é onde o cliente ancora sozinho. Risco: fala de modelo de negócio, não de valor. Sozinho, não explica quanto.